logoHomeInferior 1

Notícias


Como parte de seu compromisso de proteger o meio ambiente, um cassino deve considerar o impacto em suas próprias comunidades. Isso pode ser feito de várias maneiras. Um cassino pode incentivar projetos que ajudem a vida selvagem local, melhorem a qualidade da água e reduzam as emissões de carbono. O Global Warming Solutions Act de 2008, por exemplo, exige que os cassinos reduzam suas emissões de gases de efeito estufa. A Lei de Política Ambiental de Massachusetts, por sua vez, exige que as licenças de cassino sigam padrões rígidos de transparência, integridade e revisão pública. Além disso, qualquer licença de cassino deve apoiar políticas de crescimento inteligente e estabelecer um limite para as emissões de carbono de seu desenvolvimento e veículos.

A responsabilidade social das empresas não se limita ao meio ambiente, mas também se estende à saúde e ao bem-estar da comunidade. Enquanto fechar a Strip de Las Vegas resultaria em menos pessoas perdendo seu dinheiro, isso também significaria milhares de pessoas perdendo seus empregos. Mesmo assim, os benefícios da sustentabilidade não superam os custos do vício. A sustentabilidade de um cassino, incluindo apostas de pôquer, apostas no tenis, é vital para sua comunidade, e não se pode culpá-lo por querer ser um exemplo para os outros.

O Siletz Casino Project é um exemplo de um programa de jogo responsável de cassino bem-sucedido. Uma avaliação ambiental avaliou os impactos do empreendimento nos serviços públicos e na infraestrutura de transporte, bem como na terra e nas águas superficiais do entorno. Também identificou medidas de mitigação para minimizar os efeitos negativos associados ao projeto. O cassino deve continuar desenvolvendo seu programa ambiental para garantir que não prejudique o meio ambiente. E deve continuar a contribuir para a comunidade de outras formas.

A relação de um cassino com o governo é complicada. Enquanto as cidades precisam da receita de um cassino para sobreviver, os estados desconfiam da imagem do jogo. Portanto, o governo geralmente regula as operações do cassino na forma de limitações no tamanho de cada cassino. No caso de Deadwood, Dakota do Sul, os cassinos foram limitados a 30 mesas e máquinas. Em outras palavras, os cassinos tinham pouca necessidade de compensar os custos de um cassino na cidade.

Casino Design | Planning and Project Implementation by I-5 Design -  www.i5design.com | Casino, Poker, Online casino games

WhatsApp Image 2021 10 20 at 11.10.40Nota de Falecimento

A Professora Katia Monte Chiari Dantas era uma engenheira por excelência, atuante na área desde os 17 anos, quando concluiu o curso técnico de Edificações no CEFET. Em sua vida profissional e acadêmica  sempre vestiu a camisa da UFRJ, onde se graduou e doutorou. Trabalhou e atuou por mais de três décadas    na Decania e no DRHIMA. Elaborou centenas de laudos, que foram utilizados para a manutenção e conservação dos prédios do campus. Quando Ministério Público solicitou da UFRJ um projeto de reciclagem, foi ela quem concebeu, planejou, implantou e entregou o projeto RECICLA-CT pronto e acabado.

Sempre era vista com o semblante alegre e bem disposta a ajudar a todos que a procuravam. Entusiasmada e otimista, atuou na formação profissional de alunos da graduação, muitas vezes resgatando “casos difíceis” com seu espírito sempre humano e acolhedor.

 

Falava sem aspas, abraçava sem interrogações e vivia sem ponto final, essa era a nossa querida Kátia. Partiu, como todos nós também partiremos um dia, mas deixou um grande legado, restando a certeza de que aqui cumpriu com amor e louvor aquilo a que se propôs. Foi, acima de tudo, um grande ser humano que, com toda a certeza, nos deixa saudades.

 

 

Nota de Falecimento

Com profundo pesar comunicamos o falecimento do Prof. HILDEBRANDO DE ARAÚJO GÓES FILHO, professor aposentado do Departamento de Recursos Hídricos e Meio Ambiente (DRHIMA), onde foi chefe de departamento e colaborador ativo na Escola Politécnica.

Prof. Hildebrando se formou em engenharia civil pela Escola Nacional de Engenharia (atual Escola Politécnica) da UFRJ em 1962, se especializou em Barragens pela PUC-RIO, e se titulou em mestre em engenharia civil pela Coppe-UFRJ. Trabalhou na Companhia Vale do Rio Doce (1972-1991), foi presidente da CEDAE, atuando nas obras de implantação da Adutora da Baixada Fluminense e do Programa de Despoluição da Baía de Guanabara, e também foi presidente do Clube de Engenharia (1988-1991).

Ingressou como docente no DRHIMA em 1968. Nos seus 37 anos dedicados ao departamento, foi um professor muito querido por todos os alunos, colegas e funcionários, um verdadeiro gentleman no sentido mais profundo e puro da palavra. Sempre será lembrado com um homem culto, gentil, afável e de conduta impecável, atributos adicionais ao profissional de engenharia de alto nível e ao docente de primeira grandeza com quem tivemos o privilégio de conviver.

Inspiração para todos nós, formou gerações de engenheiros nas áreas de Planejamento Portuário, Dragagem de Sedimentos, Hidráulica da região costeira, Vias Navegáveis, dentre muitos outros.

Segue uma carta aberta do seu colega de profissão Eduardo Pacheco Jordão:

Queridos colegas do DRHIMA, nosso antigo DHS

Hildebrando foi meu colega de turma – nos formamos em 1962 na velha ENE da UB, e desde então mantivemos uma amizade e um relacionamento muito querido de ex-colegas de turma, e depois de colegas professores da nossa igualmente querida Escola.

Passou um fim-de-semana em minha casa em Itaipava, fomos juntos com as esposas a Conservatória – onde cantou e se deliciou nessa cidade cantante e alegre! Desde quando comecei a estudar italiano (na própria UFRJ)), e quando eu fui passar um tempo na Universita di Brescia como professor visitante, Hildebrando passou a me chamar simplesmente de “Giordano”. Quando me encontrava ia logo dizendo alto – Giordano ,,,

Foi um amigo de primeira linha – educadíssimo, fino, um “gentleman” – só deixou amizades nos lugares por onde passou. Não apenas amizades, mas muita admiração. Foi sempre muito sério nos seus momentos técnicos de engenheiro e professor – e quando, já com sua capacidade de liderança reconhecida, foi conduzido à presidência do Clube de Engenharia, mostrou-se um profissional dedicado a sua profissão de engenheiro, extremamente competente, e pronto a representar seus colegas em defesa e no desenvolvimento da Engenharia em nosso país.

Será que já está ensaiando no coral celestial e angelical do Paraíso ; O Céu deve estar em festa recebendo seu novo cantor (não sei se irão classificá-lo como "contralto”, “segunda voz”, “baixo”, ou “tenor”). Mas é certo que o maestro do coral celestial já está conversando com o Hildebrando e organizando um novo concerto!

Hildebrando não deixa apenas seus bons feitos técnicos, e suas atividades em defesa e desenvolvimento de nossa profissão – ele deixa saudades em cada um dos que conviveram algum tempo com ele, a lembrança de uma pessoa competente, séria, amiga, e sobretudo prestativa – com aquele sorriso simples com que nos recebia ou cumprimentava, com a sinalização de um verdadeiro amigo!

Saudades querido amigo! Organize bem o coral do Céu, sinta-se gratificado entre tantos anjos celestiais, e tenha certeza de que nós aqui estaremos lembrando sempre dos bons momentos que pudemos estar juntos.

Forte abraço,

Eduardo Pacheco Jordão

 

Design sem nome 2

Segundo o governo federal, o Brasil está diante da maior crise hídrica em quase um século, o que pode ter efeitos sobre a geração e distribuição de energia. Para explicar as causas, consequências e possíveis soluções para o problema, a Sputnik Brasil conversou com uma pesquisadora do setor.

Os reservatórios de hidrelétricas no Brasil registram baixo volume de água, em razão da incidência de chuvas abaixo do esperado. No início de maio, em entrevista ao site Poder360, o ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, classificou a situação como a maior crise hídrica desde 1931 e sinalizou que todas as termelétricas brasileiras serão acionadas, tendo em vista que o país entrou no período seco - com menos chuvas - que deve durar até novembro. As mais de cem termelétricas no Brasil utilizam óleo, carvão, gás natural e biomassa para gerar energia e costumam ser utilizadas para compensar demandas não atendidas pelas hidrelétricas.

Albuquerque afirmou ainda que os níveis dos reservatórios preocupam desde outubro do ano passado e que o uso das termelétricas já ocorria ao longo desse período para preservar os níveis de água. Além disso, usinas com gás importado da Argentina e Uruguai também foram acionadas. Ainda segundo o ministério, o risco de racionamento foi afastado pelas medidas, apesar de que a conta de luz das famílias deve aumentar devido ao acionamento das termelétricas.

O atual volume útil de reservatórios nas regiões Sudeste e Centro-Oeste é pior que os índices de maio de 2015, ano em que uma crise semelhante ocorreu, conforme dados do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS). Esses mesmos dados são os que apontam que o período entre setembro de 2020 e abril de 2021 foi o de menor incidência de chuvas nas regiões onde estão as hidrelétricas desde 1931, quando essas informações começaram a ser colhidas. 

Diante da crise hídrica, que pode gerar problemas de energia no Brasil, o governo brasileiro montou uma sala de situação para monitorar o problema. A primeira reunião do grupo ocorreu na quinta-feira (13). A sala de situação pretende desenhar um plano de ação para reduzir a vazão nos reservatórios e evitar que o Brasil passe a racionar energia em meio à pandemia da COVID-19.

Risco de racionamento

Para Heloísa Firmo, engenheira civil do Departamento de Recursos Hídricos e Meio Ambiente da Politécnica da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), apesar das medidas do governo, há um risco real de a atual crise levar a situações de racionamento de energia no Brasil.

"Há risco de racionamento de energia no Brasil, sim. Hoje em dia, por conta dos últimos anos, a gente no Brasil tem tido muita restrição quanto a reservatórios de regularização. E o que é regularizar? É tornar regular. E para tornar regular a vazão de um rio é necessário um reservatório. Com o passar dos anos, nos últimos dez, 20 anos a gente passou a construir reservatórios, usinas, como a gente chama, a fio d'água, com reservatório muito pequeno ou praticamente sem reservatório", explica a pesquisadora em entrevista à Sputnik Brasil.

Conforme detalha a professora, com esses tipos de reservatórios, o Brasil tem uma capacidade reduzida de resistir a um período sem chuvas, de quatro a cinco meses, sendo que essa capacidade chegou a ser de até três anos.

"Com o passar dos anos o aumento do número de usinas a fio d'água, em detrimento de usinas com grandes reservatórios, fez com que o sistema elétrico ficasse mais vulnerável. Então, eu diria que há risco, sim, de racionamento de energia no Brasil, de falta de energia", reforça.

Firmo aponta que o termo mais correto para o risco oferecido pela situação atual seria não de um racionamento, mas de uma racionalização, com cortes programados e pontuais. Mesmo assim, a professora da UFRJ salienta que uma eventual recuperação econômica no Brasil pode agravar o cenário.

"Qualquer retomada na economia vai gerar um aumento na demanda de energia. E aí, sim, acho que o risco de racionamento começa a aparecer mais. Porque, por enquanto, a economia está ainda bastante retraída por conta da pandemia da COVID-19", explica a professora, que lembra ainda que a crise hídrica pode se estender a outros setores para além do energético, como no agronegócio e no abastecimento das famílias.

 

Leia Mais em: https://sptnkne.ws/GrRj

 

Topo